Oratória: qual o melhor curso do Brasil?

Ok. Você caiu em si que realmente sem uma boa comunicação é impossível seguir carreira. Ou talvez você tenha sido promovido e vai ter que aprender a fazer palestras “na marra”. Então está na hora de se decidir pelo melhor curso de Oratória que seu dinheiro pode comprar para você ter mais sucesso e vencer na carreira.

Mas por qual decidir?

Deixando de lado a questão financeira (os melhores custam caro mesmo), é fácil verificar que um dos mais tradicionais cursos corresponde ao do Curso de oratoria do Instituto Moreira Necho (www.mnecho.com).

Vamos analisar o curso.

Iran P. Moreira Necho

O professor Iran P. Moreira Necho é advogado formado pela Universidade Mackenzie de São Paulo com extensão pela Samford University (EUA), tendo sido professor palestrante pela Escola Superior da Advocacia da OAB/SP e membro da Comissão de Defesa do Consumidor. Leciona oratória desde 1992, sendo o fundador do Instituto Moreira Necho.

O currículo completo pode ser encontrado clicando ao lado: oratoria moreira necho.

 

Conteúdo:

O curso do Prof. Moreira Necho trabalha mais a organização do raciocínio,  debate (ele é  advogado), fluência da fala e busca criar um estilo mais persuasivo em seus alunos.

Localização: O curso do Prof. Moreira se situa na avenida paulista, em São Paulo.

Ex-alunos: O publico é bem diversificado, indo desde advogados/promotores, até estudantes universitários, religiosos, empresários e políticos.

Conclusão

O objetivo do curso é dar aos alunos do Prof. Moreira Necho, além do aprendizado de como falar em público, uma fala mais incisiva e persuasiva, tornando-os mais aptos para o debate e pressões.

Quanto a custos, se situam numa faixa que vai de R$ 3.000,00 a R$ 4.500,00 conforme o módulo cursado, o que pode ser proibitivo para maioria dos mortais. E é claro que existem cursos até mesmo de graça pela internet, mas o resultado pode não ser o mesmo.

Na dúvida vale a pena assistir uma apresentação para tomar uma decisão, afinal, trata-se de um investimento alto. O Prof. Moreira Necho faz apresentações antes de cada turma. As datas podem ser vistas no site do curso.

A liderança através da oratoria (falar em publico)

Será possível ser um líder nos tempos modernos, sem uma boa oratoria? Antigamente, claro, era imprescindível, pois a comunicação dava-se quase que totalmente por meio da palavra falada. Mas, e agora, com a internet, será que a oratória teria o mesmo peso?

Em que pese alguns entenderem que não, na verdade, a Oratoria está ainda mais importante, pois a internet nada mais faz que propagar informação e imagens. Logo, se você não tiver uma imagem de liderança já criada, a internet nada mais irá fazer que propagar suas fraquezas.

Certamente, existem políticos que não tem oratoria e estão no poder, seria o caso de um Suplicy da vida. Mas perguntamos, quantos existem? Uma ínfima minoria. Ou seja, a não ser que você seja famoso e extremamente carismático (no final de sua vida), é muito provável que a existência de técnica de oratoria em sua formação fará diferença.

Aliás, o próprio Suplicy em questão serve de exemplo. Se, além de sua capacidade intelectual e carisma, ele tivesse capacidade de falar bem em público, onde ele estaria hoje? Certamente não seria Lula o presidente atual, e sim ele.


(Discurso de Lula sobre as Olimpíadas de 2016)

A oratória, modernamente, tem importância tanto antes de entrar em uma empresa (nas seleções), quanto uma vez atuando nela (para subir de cargo), como ainda enquanto líder (fechar vendas, projetos, etc).

Um bom comunicador aliás, é muito difícil de se encontrar no mercado, e as empresas disputam quem tenha tais características, uma vez que uma pessoa com capacidades de fala em público, representarão melhor a empresa. Ora, se o funcinário é um retrato da empresa, então quanto mais convincente tal “retrato”, melhor iremos julgar o “todo” (a empresa).

Por outro lado, imagine-se assistindo uma palestra de uma grande empresa, na qual seu funcionário treme lá na frente, ficando perdido, sem saber o que fazer. Você acreditaria em tal empresa? Possivelmente não.

Há um outro aspecto importante que deve ser mencionado, e que corresponde ao papel do chefe na empresa. Um supervisor, por exemplo, com ótimas qualidades de oratória, será capaz de motivar mais seus subordinados, fazendo com que trabalhem melhor e mais produtivamente.

Portanto, ser líder nos dias atuais, corresponde, em grande parte, a saber comunicar-se, a ter imagem.

Em discurso, Orestes Quércia provoca Temer e Dilma

Em seu discurso durante a convenção que oficializou o apoio do diretório estadual do PMDB ao tucano Geraldo Alckmin na disputa ao governo paulista, o candidato ao Senado, Orestes Quércia (PMDB-SP), provocou a liderança nacional do partido, que na véspera definiu o presidente do partido, deputado federal Michel Temer (SP), como vice-candidato na chapa de Dilma Rousseff para a Presidência.

“Pelo raciocínio histórico, o PMDB de São Paulo está certo apoiando Geraldo Alckmin e José Serra. E está errado apoiando a candidata do governo”, disse o ex-governador paulista.

O evento aconteceu neste domingo na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.

Sobre a Dilma, ele disse: “Vamos dar o sarrafo naquela moça do PT” – em 2006, durante discursos e eventos, ele já usava a expressão para dizer que venceria nas urnas os candidatos petistas na disputa pelo governo paulista e pelo Senado.

“Eu não tenho nada pessoal contra o presidente, mas a candidata do presidente nunca disputou uma eleição. Não tem experiência para dirigir o Congresso, tudo cobra criada, gente sabida”, finalizou Quércia.

Suplicy leva cartão vermelho para o Senado para pedir a renúncia de Sarney


BRASÍLIA E RIO – Um dia depois do embate com José Sarney (PMDB-AP) no Senado , o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) subiu à tribuna nesta terça-feira para pedir a renúncia do presidente da Casa. Num discurso cheio de referências futebolísticas, Suplicy puxou um cartão vermelho para mostrar para Sarney, que, no entanto, não estava mais presente no plenário. A sessão era presidida pelo senador Mão Santa (PMDB-PI). ( Para quem você daria um cartão vermelho no Senado? )

- O melhor caminho é que sua excelência renuncie ao cargo do Senado – afirmou Suplicy, que, em seguida, mostrou o cartão vermelho.

Foi a primeira vez que um petista pediu a renúncia de Sarney. Até então, a posição era pelo afastamento.

- Se há uma forma de o povo brasileiro compreender bem o que isso significa é nós falarmos a linguagem do esporte mais popular do Brasil. Ali (no Conselho de Ética) eu estava na função de juiz. Era o terceiro suplente e não chegou a minha vez de dizer o meu voto. Então, o que faz um juiz no campo de futebol para que todos entendam? Apresenta um cartão vermelho. Nessa altura, o melhor passo para a saúde do Senado e do próprio presidente Sarney é simbolizado neste cartão vermelho. Que ele deixe a presidência e possa permitir que o Senado volte aos seus trabalhos normais.

Em seguida, Suplicy bateu-boca com o senador Heráclito Fortes (DEM-PI) que saiu em defesa de Sarney. Heráclito também recebeu cartão vermelho de Suplicy. O senador do DEM discutiu com Suplicy, acusando-o de “não ser sincero” em relação à crise no Senado. Para Heráclito, Suplicy deveria mostrar o cartão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

- Vossa Excelência não tem coragem de dar cartão vermelho a Lula. É o que a nação brasileira espera é que Vossa Excelência faça – afirmou Heráclito, que acusou Lula de interferência nos assuntos do Senado. ( Ouça o bate-boca entre Suplicy e Heráclito )

Antes do bate-boca com Heráclito, Suplicy criticou em seu discurso o arquivamento das ações contra o presidente da Casa , lamentou que o Senado não tenha votado nenhuma proposição importante no segundo semestre e que, por causa da crise, a Casa não esteja discutindo as grandes questões nacionais.

- Não se vislumbra como isso só será possível enquanto não for resolvida a questão relativa ao presidente José Sarney.

PT foi decisivo no arquivamento de ações

No discurso, Suplicy fez referência à decisão do Conselho de Ética de não abrir nenhuma investigação contra Sarney. A oposição precisava de dois votos, mas os senadores Ideli Salvati (PT-SC) e Delcídio Amaral (PT-MS) mantiveram a decisão do partido pelo arquivamento.

A postura gerou uma crise no partido. Líder da bancada, o senador Aloízio Mercadante (PT-SP) chegou a anunciar sua renúncia “em caráter irrevogável” no Twitter . Mas após conversar com o presidente Lula, ele anunciou que permaneceria na função . Na mesma semana, os senadores Flávio Arns (PR) e Marina Silva (AC) anunciaram que estavam deixando o partido.

Almeida Lima: discurso de Suplicy é “abuso das prerrogativas de senador”

Em aparte, Almeida Lima (PMDB-SE) criticou o discurso de Suplicy. Para o senador, ao voltar a cobrar que Sarney se afaste do cargo, Suplicy desrespeita a decisão do Conselho de Ética. Almeida Lima classificou o discurso como “abuso das prerrogativas enquanto senador”.

O senador peemedebista também criticou os senadores do DEM e do PSDB que decidiram deixar o Conselho de Ética . Para ele, a medida tomada é um desrespeito aos parlamentares que compõem o colegiado.

- Os senhores pegam esses fatos, dão uma dimensão que eles não possuem, e a imprensa multiplica essa dimensão, divulga para todo o Brasil, e então “Senado está em crise” – declarou.

Berzoini diz que posição de Suplicy não é ‘bem recebida’ pelo PT

O presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP), criticou nesta terça a postura de Suplicy por ter cobrado explicações de Sarney, sobre denúncias que envolvem o peemedebista.

- Isso dá popularidade a ele, mas tem que lembrar que existe partido e a posição dele não é bem recebida pelo partido – repreendeu o presidente do PT, um dos mais veementes defensores de Sarney.